Ritual para se decompor
(e olhar de novo)
Trata-se de uma peça de teatro contemporânea concebida como uma experiência cênica de caráter ritual, destinada a um público maior de 18 anos. A peça propõe um espaço de encontro onde o corpo, o desejo e a fragilidade se articulam como eixos de exploração poética e política.
“Um ritual cênico em que o desejo se transforma em matéria e a fragilidade, em linguagem”
RESPONSÁVEL PELO PROJETO
José Fernando García Cuevas
Produção geral: José Fernando García Cuevas (Estúdio Teorema)
E-mail: fer@estudioteorema.com
Telefone: +33 395 280 62
Cidade de origem: Guadalajara, Jalisco, México
HISTÓRICO DA OBRA
A peça foi criada por meio de um intenso processo de residência artística no Estúdio Teorema, que também atua como produtor geral. Ela foi beneficiada pelo prêmio Proyecta Producção 2025 e contou com duas apresentações no O Teart Laboratório Cênico, com lotação esgotada, que marcaram o início de sua trajetória cênica e um primeiro contato com o público.
Ano de estreia: 2025
Número de tarefas realizadas: 2
Registro de público: 290 espectadores
Com base nessa experiência, o projeto entra em uma nova fase de divulgação durante a Temporada de 2026, voltada para teatros, festivais e instituições culturais.
CRÉDITOS GERAIS DA EQUIPE CRIATIVA
Direção de cena e adaptação teatral
David Arellano (com textos do Marquês de Sade)
Assistente de direção:
Alex Isacrílego
Design de som e trilha sonora original
Luciano Sánchez Soto
Projeto de iluminação:
Nano Cano
Figurino e maquiagem:
Guadalupe Montes
Cenografia
Aldo Coronel
Comunicação e design gráfico
Lalo Garcia-y
Coordenação de produção:
Gal S. Castellanos
Produção geral
Fernando García · Estúdio Teorema

